O
portão bate ao fundo. Uma vida de pequenas ilusões fica para trás abrindo
espaço para um novo universo paralelo de risadas, brigas e brincadeiras. A cada
dia uma emoção é sentida. Mesmo longe o perto chama mesmo perto o longe clama. Ideias
opostas, gostos randômicos, assuntos gavetológicos e expressões sofagísticas.
Um olhar, dois, três ou mais e o chão chama mais a atenção. Caneta e papel. O
escapismo diário da rotina. Entre aulas, mensagens, desenhos, palavras
inventadas e atenção, os motivos, as ideias e as inspirações surgem a cada
batida. Sem ao menos entender e sem perceber, perdeu - se. Mas o motivo
permaneceu e a caneta continuou a rabiscar o papel que cria, inventa e mede a
randomização dos eventos. Eventos esses que ditam um futuro certo, inexistente,
porém certo. E mais uma vez as uvas se declaram verdes com total nível de excelência.
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