Em um feriado, na casa da mamãe, com direito a festas, amigos e diversão.
Surge uma ideia. Por que não voltar a escrever? Lembranças de um passado bom
que embaralharam a mente confusa de uma garota. Uma onda com palavras a derruba
mar a baixo. Navega, navega e cai num emaranhado de assuntos, sonhos, medos e
expressão. E lá, a oeste, aparece um barco tão meigo quanto a luz do sol no seu
encontro com a água, uma possibilidade. Talvez.
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